O Dr. ORLANDO FLÁVIO JUNQUEIRA
AYRES, nasceu em 26 de
fevereiro de 1932, na cidade de Caetité, Estado da Bahia e faleceu 01 de janeiro de 2020. Foi o 4º
filho da família Junqueira Ayres. Filho de José Francisco, professor de
Agricultura da Escola Normal de Caetité e de uma quituteira chamada Hilda Gomes
Junqueira Ayres.
Com a mãe ele diz que aprendeu o olhar indicativo do sim e do
não. Com o pai aprendeu a fé nos estudos, confiança em si mesmo e respeito aos
mais velhos. Aprendeu uma das melhores coisas da vida. Por exemplo:que quando
houvesse confusão na rua ele fosse para casa, e quase nunca atendeu a isto.
O seu pai, conforme a narrativa de Dr. Orlando fez concurso
para a Escola de Agronomia e passou em primeiro lugar para a disciplina
Agricultura e Genética. Ele era muito querido pelos alunos. Fazia muita
experiência genética na escola de Agronomia. Era magrinho, pequeno, mas muito
inteligente.
Professor Orlando iniciou o seu Primário aos 08 anos de
idade,em Cruz das Almas no Estado da Bahia. Depois seu pai continuou morando em
Cruz das Almas e os filhos foram terminar os estudos em Salvador. Foram morar
da na casa da Avó em Salvador e estudaram no Ginásio no Arão Carneiro, era
escola Primária onde terminou os estudos.
E depois foi para o Ginásio Carneiro Ribeiro. Carneiro
Ribeiro era autor de “Serões Gramaticais”, obra resultado de grande polêmica de
Carneiro Ribeiro com Rui Barbosa. São as palavras de Dr. Orlando sobre a cidade
onde passou a infância: “Cruz das Almas tinha a Liberdade da vida, da gente
como criança. Indo e voltando.A gente pegava passarinho, coelho e preá, criava
sabiá.Gonçalves Dias tinha uma poesia Canção do Exílio que eu gostava muito. E
por isso gostava das sabiás. O pessoal do tráfico de aves leva muitos sabiás
para o exterior. Meu pai numa carta que escreveu para mamãe disse: Cruz das
Almas é um céu aberto para as crianças. Nossa casa era aberta aos professores,
vivia sempre cheia de professores, pois ele era mais velho e tinha muita
experiência era moderado e prudente.”
FONTE – BLOG DE JOÃO NELO

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